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Dança de Rua de Codó - MA

Aqui esta o que você esta procurando, Dança de Rua de Codó. Representada pelos seus Bboys e Bgirls.
A dança de Rua em Codó, desde os anos em que o Hip Hop chegou ao Brasil um dos seus elementos que se destacaram primeiro foi a Dança de Rua (Break) e o Rap, ao longo dos anos veio Graffiti e DJ. Hoje o que mais prevalesce da Cultura Hip Hop em Codó é a Dança de Rua.
Graças aos bboys que tem a iniciativa de fazer valer este movimento que a cada ano vêm crescendo e ganhando seu público.
Saiba a história da nossa equipe, a agenda, olhem as fotos, desses artistas, os bboys.
Assista vídeos,veja dicas de treino vídeos-aulas entre outros, fique por dentro do que acontece no HIP HOP.
Este blog foi criado por Bboy Guil do grupo Free Life Break.Preocupado com a Cultura HIP HOP de Codó-MA, A Dança de Rua de Codó, onde ele fez questão de citar não somente o seu grupo como tambem de outros grupos que faz parte deste movimento. Grupos como Angels Dancers, Alpha, Wayans e outros, o nome dos grupos que faz e já fez história na nossa Codó, no blog você pode encontrar vários intens do Break(Popping, Locking Breakdance onde está envolvidos nesse os powermoves as freezes, footwork, top rock e alguns powerleveis!! Experimente este conteúdo agradável e interessante!!!
Converse com os B.boys através do Bate-Papo do BBoy.

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A rua virou quadra

Em 1891, o canadense James Naismith, professor de educação física da cidade de Springfield, resolveu criar uma atividade em recinto fechado para seus alunos, já que era inverno, nevava muito e não havia como exercitar os estudantes. Pegou duas cestas de pêssego, retirou o fundo e fixou-as no alto de duas estacas. O objetivo, acertar a bola nas cestas. Estava criado o basquete. Mas em 1927, ex-jogadores de basquete do Wendell Phillips High School decidiram montar um time, o Globetrotters, com o objetivo de provar que os negros eram melhores que os brancos. Na época, as ligas nos EUA não permitiam jogadores de cor. Ganharam fama. Em 1939, já com o nome Harlem Globetrotters, introduziram as palhaçadas, num jogo de uma liga semi-profissional, quando venciam por 112 a 5. Viraram ícones do basquete-arte. Eram o puro espetáculo.

Inspirados neles, em 1950, os meninos das comunidades negras começaram a jogar um basquete cujas regras eram flexíveis e permitiam o malabarismo. Nasceu o street basketball, aqui, o basquete de rua, que chegou ao Brasil há quase duas décadas, mas agora ganha força e cresce avassaladoramente. Não é diferente em Belo Horizonte e na Grande BH, onde virou mania. O esporte se une à música, o rap, e à dança.

Eles são irreverentes, malabaristas no sentido amplo da palavra. O anúncio dos jogos ou peladas é feito no boca a boca, mas apesar disso conseguem lotar quadras. Ter apelido é sinal de respeito, de que o jogador é bom. Assim, Adailton virou Chapoca; Leonardo é Zé Leleu; Léo é Zoreia; Adriano é Driu. O que ninguém gosta é de ter no time um loloso, ou seja, quem é ruim de bola. Essa é a turma da Praça da Glória, em Contagem, que sediou o classificatório para o Brasileiro, em setembro, no Rio. Os campeões foram Os Robervais, de Santa Luzia, que na final derrotaram o Uii.

ORGANIZAÇÃO O esporte mostra uma organização raramente vista em muitas modalidades e isso se deve à Central Única das Favelas (Cufa). “Procuramos ver qual o esporte preferido do pessoal e a pesquisa apontou o basquete de rua. A partir daí, passamos a organizar competições. Além disso, procuramos os pontos em que se pratica o esporte. Hoje, temos também os malabaristas, os mais habilidosos, que fazem apresentações. Estamos fechando o projeto Pode Crer com o governo do estado, que visa a recuperação de usuários de drogas e também permitir a prática de esporte dos portadores do HIV”, diz Carlos Henrique, o Preto C, coordenador de esportes da Ong.

Hoje, além da Praça da Glória, outros 12 pontos – Vale do Jatobá, Praça da Igreja no Bairro Milionários, Praça da Saudade, Bairro Rio Branco, São Benedito, Morro Alto, Betim, Bairro Teresópolis, Bairro Água Branca, Bairro Eldorado, Sarzedo e Jardim das Rosas – recebem jogos nas quartas-feiras, sextas-feiras e sábados.

Na Praça da Ecologia, no Vale do Jatobá, está um dos mais animados grupos, pois lá se concentra o maior número de malabaristas. Elson da Silva, de 27 anos, é o Chiquinho; Pablo Estevão da Silva, de 25, é o Pet; Rafael Vinícius, de 16, e Ernane Silva, de 32, são alguns dos reis do malabarismo. Cláudio Cândido é um dos que usam o rap para mostrar seu talento com jogadas que desafiam as leis da física.

Cada um tem uma história diferente. Chiquinho diz que joga por pura diversão. Apesar de praticar há um ano apenas, é um dos ases. Faz coisas incríveis, de deixar tonto quem assiste a uma de suas exibições. Pet joga há 8 anos. “Aprendi assistindo a vídeos dos Estados Unidos. Aí, comecei a imitar.”

Rafael também joga há um ano. “Eu vi o pessoal fazendo as manobras aqui e deu vontade de fazer. Eles me ensinaram e me apaixonei pelo jogo.” Ernane tem uma história diferente. Ele começou em clube. Jogou no Atlético e no Ginástico. “Comecei com 17 anos. Devia ter procurado um clube antes, mas fiquei esperando. Aí ficou difícil. Mas tinha a pracinha do bairro. Foi quando fiquei sabendo do basquete de rua e do malabarismo. É apaixonante.”

Hoje são 325 jogadores cadastrados na Cufa. Com passagem por clubes, como o Ginástico, são muitos, caso, por exemplo, do time Os Robervais, formado por Aranha, Solón, Gilberto, Flávio, Ângelo e Eduardo. Por falta de patrocinador, não puderam jogar no adulto. E durante as competições ocorrem, em meio aos jogos, shows de hip-hop, com as bandas 4 Apóstolos, Sem Meia Verdade, Ideologia Feminina, além de uma batalha de MCs. O esporte e arte, no basquete de rua, andam lado a lado.

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Conecte-se na Gírias de Hip Hop

Aprenda as gírias mais usadas pelo pessoal do Hip Hop, muitos já ouviram muitas gírias que nem se passa pela cabeça o que significa isso, elas são geralmente ditas pelos bboys, rappers, mc, grafiteiros de todo nosso Brasil.

Aqui você pode se ligar no Dicionário da galera Hip Hop.


Grafite - Hip Hop

Grafite - Hip Hop



  • Atropelo: Invadir o espaço de outro grafiteiro.

  • Break: Dança típica do rap que contém movimentos como o Giro de cabeça, rabo de saia, além de saltos mortais são alguns passos do break.

  • Bomb: Forma contraída de bombardeio: grafites feitos sem autorização.

  • Crew: Turma de grafiteiros que se reúnem para grafitar juntos.

  • Coxinha: Policial

  • Crocodilagem: Traição

  • DJ: Disc-jockey ou operador discos. É o responsável de encontrar músicas, compositores e editar as batidas.

  • Freestyle: Disputas de MCs no improviso.

  • Grafite: Manifestação de arte com objetivo de transmitir uma mensagem, no geral, de protesto.

  • Grafiteiro: O que faz grafite.

  • Hip Hop: Hip = quadril, Hop = salto. União de elementos como o rap, o break, o grafite, DJ.

  • Mano: Designação de um membro do grupo reconhecido como igual

  • MC: Mestre de Cerimônia que anima as festas.

  • Mil grau: Afirmação de quem valoriza e apóia a atitude do outro.

  • Na gringa: No exterior.

  • Produção: Grafite que atinge todas as classes.

  • Rap: Rythm and Poetry (ritmo e poesia). É a música produzida por DJ e rappers com letra falada ou declamada.

  • Rapper: Cantor do rap.

  • Sampling: As técnicas de produção de uma música a partir de pedaços de outras.

  • Scratch: Rotação anti-horária no toca discos.

  • Toy: Grafiteiro ruim.

  • Wild style: Estilo de grafite em que as letras são de difícil leitura.

  • Zé Povinho: Indivíduo de atitude duvidosa.


Dicionário Hip Hop adaptado de IG Jovem.


Foto do grafite: Radar Urbano.


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